Consumo de frituras tornou-se hábito universal

Sabe-se que o óleo vegetal quente, em ebulição, altera as características químicas e orgânicas do alimento que nele é mergulhado. Na dieta moderna, a concetração calórica de alimentos encharcados em óleo tiram o lugar das hortaliças, frutas e cereais. Enquanto o óleo borbulha na frigideira, ele sofre mudanças químicas que o transforma em bomba dietética.
Os triglicerídios, importantes constituintes do óleo e gorduras, são desmembrados pelo calor em glicerol e ácidos graxos.
O glicerol continua sofrendo a ação do calor, provocando a desidratação da molécula. Este processo de perda de água forma uma substância chamada acroleína, que é potencialmente cancerígena. A acroleína destrói as fibras elásticas, e irrita as mucosas gastrintestinal e nasal.
Entre as maiores vítimas da acroleína, estão as artérias. As fibras elásticas, que conferem firmeza, elasticidade e higidez à parede arterial, são destruídas sistematicamente.
O resultado é degeneração, envelhecimento precoce.

Alimentos saudáveis promovem a vida

O maior desafio da medicina alternativa é conscientizar o mundo de que a mesa mata mais do que a guerra.Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostra que a doação do estilo de vida saudável ajuda a prevenir e a combater doenças.Infelizmente,poucas pessoas têm disposição para mudar hábitos alimentares e exercitar-se, em acordo com a boa norma de saúde.
Sabe-se que a diminuição do consumo de gorduras de origem animal reduz em 30% o risco de doenças cardíacas.Comparada às causas de morte em todas as idades, a parada cardíaca é mais letal que o câncer, a malária e a tuberculose. Em números absolutos, os acidentes de trânsito, as armas de fogo e os atropelamentos matam menos que as doenças do coração.Na maioria das "mortes naturais", indica-se parada cardíaca como causa do falecimento.Na verdade , sozinho , raramente o coração é culpado da morte, mais sim é degeneração geral dos órgãos, minados pela ação do tempo.
O cuidado com o coração deve interessar principalmente as pessoas com idades entre quarenta e cinquenta e oito anos. Estatisticamente  esta é a faze mais vulnerável da vida.